JUSTIÇA DECRETA PRISÃO TEMPORÁRIA DE ACUSADO POR HOMICÍDIO DE EMPRESÁRIO GUAIRENSE EM MIGUELÓPOLIS
A Justiça decretou na sexta-feira (24), por volta das 17h, a prisão temporária do homem acusado de matar o empresário guairense, Pedro Júnior, de 45 anos, no centro de Miguelópolis. O mandado foi expedido pela Vara Criminal e cumprido pela Polícia Civil nesta terça-feira (28), sob a coordenação da delegada Ana Cláudia Fernandes Carvalho, titular de Igarapava e atualmente responsável pela unidade de Miguelópolis com apoio da Polícia Militar. Porém, sem êxito.
O crime ocorreu na noite do dia 22 de outubro, em um bar no centro da cidade. Segundo informações apuradas pela Polícia Civil, uma discussão entre o empresário e o autor antecedeu os disparos. Durante o desentendimento, Pedro Júnior teria levantado a camisa para mostrar que estava desarmado, momento em que foi atingido por vários tiros.
Um áudio com supostas ameaças trocadas entre Pedro Júnior e Marcos Vinícius Sacardo circulou nas redes sociais após o crime. O autor tem passagens policiais por porte de arma e disparo de arma de fogo.
Na última sexta-feira (24), o acusado Marcos Vinícius compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Miguelópolis acompanhado de seus advogados, onde prestou depoimento. Testemunhas que estavam no local do crime, um policial militar e um empresário também foram ouvidas. Após os depoimentos, a Justiça acatou o pedido de prisão temporária apresentado pela delegada responsável.
De acordo com a polícia, o mandado de prisão foi cumprido nesta terça-feira, mas sem êxito, já que o investigado não foi encontrado. Uma nova prova em vídeo reforça a investigação. As imagens captadas por câmeras de segurança mostram toda a ação criminosa ocorrida por volta das 19h. O material foi entregue à Polícia Civil e deve ser divulgado à imprensa nos próximos dias.
Em contato com a reportagem, um dos advogados do acusado, Fernando Lima, afirmou que seu cliente pretende se apresentar voluntariamente e que a defesa está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades e a imprensa.
A investigação segue sob responsabilidade da Delegacia de Polícia Civil de Miguelópolis.
Fonte: Fábio Reis