POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL DESENCADEIA, NA REGIÃO, A  “OPERAÇÃO HURACÁN” PARA PREVENÇÃO DE QUEIMADAS E INCÊNDIOS FLORESTAIS

A Polícia Militar Ambiental, realizará entre os dias 25 e 29 de maio de 2026 a “Operação Huracán”, ação estratégica voltada à prevenção de queimadas e incêndios florestais durante o período de estiagem.

Sediado em São José do Rio Preto/SP, a Operação será conduzida em todo o espaço territorial do 4º BPAmb, que inclui as regiões de Fernandópolis, Ribeirão Preto, Barretos e Franca.

A operação também contará, em determinadas regiões, com ações integradas junto ao Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), fortalecendo a atuação conjunta entre Polícia Militar Ambiental e Ministério Público no combate às infrações ambientais relacionadas às queimadas.

Integrando as ações da “Operação São Paulo sem Fogo”, a Uracán tem como foco principal a fiscalização preventiva das condições de aceiros em áreas agrícolas, especialmente culturas canavieiras, além de faixas de domínio de rodovias, ferrovias, estradas vicinais e áreas lindeiras a unidades de conservação ambiental.

A iniciativa será desenvolvida de forma planejada, sistêmica e inteligente, com emprego das equipes operacionais do Policiamento Ambiental, visando reduzir riscos ambientais, proteger áreas de cobertura vegetal e evitar que pequenos focos de incêndio se transformem em ocorrências de grandes proporções.

As equipes verificarão as condições dos aceiros, vistoriará os Planos de Prevenção a Incêndios (PPI) apresentados pelo setor sucroenergético, condições das faixas de domínio às margens de rodovias, ferrovias e estradas rurais, além de realizar patrulhamento preventivo em unidades de conservação de proteção integral.

Outro diferencial da “Operação Huracán” será o emprego de aeronaves remotamente pilotadas (drones), utilizadas para ampliar a capacidade de monitoramento e identificação de áreas críticas, especialmente em locais de difícil acesso.

A Polícia Militar Ambiental destaca que a prevenção continua sendo a principal ferramenta no enfrentamento aos incêndios florestais, sobretudo em períodos de baixa umidade e estiagem prolongada, quando os impactos ambientais, econômicos e à saúde pública tendem a ser mais severos.

“A atuação preventiva busca estimular a adoção de boas práticas por parte de produtores rurais, concessionárias e responsáveis por áreas lindeiras, reforçando a importância da manutenção adequada dos aceiros e demais medidas de mitigação de riscos. É uma ação focada na prevenção”, afirmou o Major Marlon, Comandante Interino do 4º BPAmb.

A população também pode colaborar denunciando queimadas irregulares e crimes ambientais pelos canais oficiais da Polícia Militar.