MECÂNICO MORRE EM ACIDENTE NA ANHANGUERA EM ITUVERAVA, SP, E MOTORISTA QUE TERIA CAUSADO SINISTRO É PRESO POR EMBRIAGUEZ
Acidente aconteceu na madrugada de sexta-feira (4). Trabalhador e o chefe seguiam para cidade do Espírito Santo quando picape deles foi atingida por veículo na contramão, diz Artesp.
Um mecânico de 29 anos morreu em um acidente na madrugada de sexta-feira (4) na Rodovia Anhanguera em Ituverava (SP). O motorista da SUV envolvida na batida foi preso em flagrante por dirigir sob efeito de bebida alcoólica.
Segundo informações da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), Wesley Rodrigues Maciel e o chefe seguiam para Marilândia (ES) a trabalho.
Eles passavam pelo km 419 da rodovia, em direção a Minas Gerais, quando a SUV invadiu a contramão e atingiu a picape em que eles estavam.
Wesley chegou a ser levado para a Santa Casa de Ituverava, mas morreu a caminho da unidade. O chefe dele ficou gravemente ferido e permanece internado.
Motorista deixou local do acidente
Segundo a Polícia Militar, o motorista da SUV, identificado como Jean Carlos Rodrigues, de 59 anos, deixou o local do acidente e foi localizado nas imediações durante buscas das autoridades.
“Com apoio do policiamento, fizeram diligências e conseguiram localizar o rapaz andando na rodovia por volta das 4h30, com escoriações. Quando fizeram a busca pessoal, encontraram peças do veículo no bolso, pedaço da chave, uma tampa do alto-falante”, diz o cabo da PM Rodoviária, Danilo Leonardo Pereira.
Ainda segundo o policial, Jean Carlos negou que tivesse bebido, mas apresentava forte odor etílico, fala pastosa e confusão mental.
“Solicitei o etilômetro, ele aceitou e foi constatado 0,88, que é uma quantidade muito alta. Ele disse que ia de Ribeirão Preto com sentido a Uberaba”, afirma Pereira.
Polícia Civil
O delegado Jucélio de Paula Silva Rego registrou o boletim de ocorrência como homicídio culposo na direção de veículo automotor e embriaguez ao volante. “Aqui na delegacia ele confirmou que havia bebido e foi submetido ao exame pelo médico legista. São agravantes previstos no Código de Trânsito”, afirma.
A advogada Carolina Borges Pimenta, que representa Jean Carlos, informou que ele não tinha intenção de cometer o crime.
Fonte: G1 Franca/Ribeirão Preto