ACUSADO DE MATAR MULHER A TIRO NO DISTRITO DE LARANJEIRAS EM COLÔMBIA (SP) É PRESO PELA POLÍCIA CIVIL

A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Polícia do município de Colômbia/SP com apoio do Plantão Policial da Delegacia Seccional de Barretos, deu cumprimento, nesta quinta-feira, 0, a mandado de prisão temporária contra um homem de 58 anos, investigado pela morte de Mikaelle Bezerra da Silva, de 32 anos, e pela tentativa de homicídio contra uma segunda vítima, fatos ocorridos na noite do último dia 4, no distrito de Laranjeiras.

Segundo apurado pela Polícia Civil, o crime ocorreu após desentendimento entre o investigado e o companheiro da vítima fatal, nas imediações de um estabelecimento comercial do distrito. Durante a discussão, o acusado deixou o local e retornou, pouco depois, portando uma arma de fogo, com a qual efetuou disparo que atingiu Mikaelle Bezerra da Silva. A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Na sequência, o investigado teria efetuado um segundo disparo contra outra pessoa presente no local, que não foi atingida em razão de falha da munição. Após os disparos, o investigado empreendeu fuga e permaneceu foragido até esta quinta-feira.

As investigações apontam que o desentendimento teria sido motivado por acusação anteriormente registrada contra o investigado, atribuindo-lhe a suposta prática de crime contra a dignidade sexual de uma criança da família da vítima fatal — fato apurado em inquérito distinto na unidade policial.

Diante da gravidade dos fatos, a Delegacia de Polícia do município de Colômbia instaurou, de imediato, inquérito policial e representou ao Poder Judiciário pela decretação da prisão temporária do investigado, então em local incerto e não sabido. A medida foi deferida pela Justiça.

Na manhã desta quinta-feira, o investigado compareceu, acompanhado de advogado, ao plantão policial da Delegacia Seccional de Barretos, com a intenção de prestar esclarecimentos sobre o caso.

No ocal, foi cientificado da existência do mandado de prisão temporária expedido contra si, ocasião em que se deu cumprimento à ordem judicial. Em seguida, na presença de seu defensor, o investigado foi formalmente interrogado pela autoridade policial.

O caso segue em apuração.

A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais — necroscópico, do local dos fatos e de eficiência da arma de fogo apreendida — e a oitiva de testemunhas adicionais, para a elaboração do relatório final do inquérito.

Ressalva-se que os fatos permanecem sob investigação e que ao investigado são assegurados o contraditório e a ampla defesa, nos termos da legislação processual penal em vigor.

Fonte/Imagem: CSPC